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19 anos, viciada em musica e leitura (YA Books), não suporta maus tratos com livros e com animais, adora o cheiro de livraria, uma Bookwarm assumida ... é essa sou eu 'hihi
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quinta-feira, fevereiro 16, 2012

As Esganadas - Jô Soares



Título.: As Esganadas


Autor.: Jô Soares

Editora.: Companhia das Letras


Nº de Paginas.: 264

"Como ator e comediante, o Jô é um grande fazedor de tipos. Sabe como poucos construir um personagem, defini-lo com um detalhe e dar-lhe vida com graça e inteligência. Como autor, essa sua maestria se expande: os tipos são postos no mundo e, mais do que no mundo, numa trama — e o seu criador (eu quase escrevi Criador, pois não deixa de ser um trabalho de deus) se solta. Toda a ficção do Jô é feita de grandes personagens envolvidos em grandes tramas. Os tipos e a trama deste livro são especialmente engenhosos e através deles o autor nos dá um retrato saboroso do Rio de Janeiro no fim dos anos 1930 e começo do Estado Novo — o Rio das vedetes que davam e dos políticos que tomavam, das estrelas do rádio e das corridas de “baratinhas”. E nesse mundo em ebulição chega uma figura portuguesa, saída de um poema do Fernando Pessoa, para elucidar o estranho e terrível caso das gordas desaparecidas que… Mas não vou revelar mais nada. Um dos prazeres da literatura policial é ir acompanhando o desvendar de uma trama, levados de revelação a revelação por alguém com a fórmula exata para nos enlevar — e enredar. No caso do Jô, quem nos guia é um autor que já provou seu domínio do gênero, e que aqui se supera na perfeita dosagem de invenção, humor e erudição que nos prende desde a primeira página, desde a epígrafe. Prepare-se para ser enlevado e enredado, portanto. E prepare-se para outras sensações. Só posso dizer que a trama deixará você, ao mesmo tempo, horrorizado e com fome. E que depois da sua leitura os Pastéis de Santa Clara jamais significarão o mesmo."


Este livro é um bom exemplo de literatura que pode ser considerada clássica e não ter aquele famoso "jeitinho" de ser chato, com um vocabulário mais denso. Os contos do Jô por mais que alguns acabaram com o livro em suas críticas eu não achei tão ruim, só pensei que o final ia ser mais empolgante, mas não se pode exigir demais de um livro que na 3 pagina você já sabe quem é o assassino * sim pois o próprio narrador conta*

A estória se passa em 1938, na época da ditadura, o narrador conta sobre a Vida de Caronte o dono da funerária Estige, a mais famosa do Brasil, *até pode ser considerada a melhor da América Latina*. Caronte é um pouco problemático, odiava a mãe por ser gorda e descontava toda sua raiva e desgosto no seu maior prazer Matar, mas não apenas no ato ele prepara os corpos e expõe como obras primas pelo Rio de Janeiro o.O

Do outro lado da estória temos Mello Noronha um policial que não tem ideia de como achar o suposto assassino, Tobias Esteves o "portuguesinho" que vei para o Brasil depois de aprontar umas fingindo o suicídio de um amigo, e Diana uma repórter bem informada que está pronta para tudo e não mede esforços para mostrar que mesmo sendo mulher pode com terríveis assassinatos.

Jô consegue nos deixar terrivelmente incrédulos com a falta de informação dos policiais sobre o assassino, já que uma vez sabemos de tudo que , como e aonde acontece. É uma leitura um pouco densa, que por várias vezes parei para procurar sobre os locais, fatos e propagandas da época que são citados. Recomendo que quando forem ler fiquem próximos a um computador se quiserem pesquisar , o que deixa a leitra muito mais completa!! 

"Mal é ter os olhos maiores que a Barriga
Provérbio Português"



-bjs

1 comentários:

Marta Safaneta disse...

Parece ser muito bom, achei que seria chato!
Vai para minha lista de leitura ^^

Beijos
Marta
As Palavras Fugiram